sexta-feira, maio 23

De amor e solidão

Eu te amo tanto. Se pudesse projetava meu amor para fora, envolveria você em uma capa protetora de conforto. Meu amor é tão grande que poesias e músicas não dariam conta de sua imensidão. Meu amor por você é transcendente, é infinito, é além-mar.

Eu te amo tanto, que meu desejo é você aqui mais uma vez, para abraçar, cheirar, morder, apertar e sentir o gosto da sua satisfação. Mas não posso, pois meu amor, agora mesmo, não vive mais. Morto está, um estúpido acidente, e você não há mais, nem para me consolar quando preciso, nem para me confortar quando necessário, ou acalmar minhas dores e insanidade. De você, meu amor, só peço seu coração.

Plantá-lo-ei num vaso negro. Dentro dele há de germinar uma rosa vermelha.


2 comentários:

  1. Ola Edivana

    Um poema melancólico e triste! Tua narrativa através do personagem(...?)parece ser tão real! Porque não o postas "lá" no teu cantinho?

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    Respostas
    1. Olá! Obrigada pelo comentário e pela sugestão. Vou segui-la! Abraços.

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