terça-feira, junho 11

Eu, túmulo

Retribuo em meu corpo, toda essência de você. Velo pelo teu encanto, mesmo se no fim venha a padecer. Carrego em meu sonho, lembranças imaculadas, que de tão velhas e acabadas, diluem minha esperança em reviver. Folgo na amargura, temo na solidão, vivo só desventuras, morro logo... e meu corpo como túmulo, guarda no mais profundo dos sentimentos, saudades sempre, daquela ilusão.

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